28 de fevereiro – sexta-feira
18h30 – Empresta-me seus olhos?
Abertura da exposição que traz um recorte da III Mostra de Arte Insensata de BH, que teve como tema eixoTato, Trato e Retrato. A exposição reúne desenhos, pinturas, gravuras, cerâmicas, esculturas e outros objetos integrantes de parte do acervo dos Centros de Convivência da Política de Saúde Mental do SUS/BH, que trabalham com recursos da cultura para a inserção social de portadores de sofrimento mental.
Visitação: 1 a 6 de março
Horário: 9h às 21h
Classificação etária: livre
Local: Centro Cultural UFMG
Público: em geral e que necessita de acessibilidade
Público que necessita de acessibilidade: 1 a 4 de março, das 15h às 19h – visita guiada com intérprete de Libras e audiodescritor.
Acessibilidade: Libras , Audiodescrição
2 de março – domingo
Espetáculo teatral ‘Frog Sound, isso não é um sorvete!’
Frog Sound: palavra encontro, brincadeira sonora. É esse o marco inicial deste novo trabalho do Núcleo de Criação e Pesquisa Sapos e Afogados. Foi brincando com a sonoridade dessas palavras, que ora nos remete a um ‘frozen’, ora a um som, que o núcleo inicia sua investigação sobre a história do sorvete, sua invenção e ação revolucionária, delicada e deliciosa mundo a fora.
Este, que é o primeiro espetáculo de rua do Núcleo de Criação Sapos e Afogados, funda seu processo na intrigante pesquisa sobre o amor surrealista, os paradoxos visuais e sua impressão de ser normal, ao passo que há anomalias por toda a parte. Esquisitice terrena. Imagens insólitas. Como nos quadros de Magritte,Frog Sound busca o contraste entre o tratamento realista dos objetos e a atmosfera irreal dos conjuntos.
Duração: uma hora
Classificação etária: livre
Local: Centro Cultural UFMG
Acessibilidade: Libras
, Audiodescrição
3 de março – segunda-feira
19h − MIRRA, uma arte marcial para flutuar
Exercício teatral participativo cujo objetivo é ‘fazer flutuar’
Mestre Bidufer (Edmundo Velloso Caetano)
Sapos e Afogados − o Núcleo de Criação e Pesquisa Sapos e Afogados foi formado em 2002 por meio do trabalho da atriz Juliana Barreto nas oficinas de teatro, em Centros de Convivência da Rede Pública de Saúde Mental de Belo Horizonte. Desde então, os atores, usuários deste serviço, desenvolvem pesquisa na área teatral e audiovisual. O trabalho busca, na prática teatral, aliada a pesquisas e estudos da verdade de cada usuário, um novo campo de criação. A partir da perspectiva e da lógica delirante, que oferta a psicose, é permitido o fazer artístico por parte de cada um dos integrantes dentro de sua lógica.
Duração: uma hora
Classificação etária: livre
Local: Centro Cultural UFMG
Acessibilidade: Libras
, Audiodescrição